Quem tê vê assim tão confiante, não imagina o caos.”

Os defeitos são como o formato da letra que aprendi a escrever. Dificilmente consigo modificá-la. Ou, por vezes, não tenho tempo para investir. Ou, como dizem, não quero priorizar tal modificação.

Como seria se eu aprendesse a escrever diferente, com outra letra? Outra forma?

Eu chegaria onde e para quê?

Se meus defeitos fossem a letra e eu os modificasse, eu seria o quê? 

De tudo o que poderia ser, é o não saber que provoca.

O não saber abraça forte a idealização e nesta hora se imagina somente algo muito melhor que hoje. E não há escritura que desvenda que assim, seria.

  Da onde aparece tudo isso?

Não sei.