Monster Energy: O Sonic do Mundo do Trabalho (uma análise sincera)

A primeira vez que eu pensei seriamente em alimentos como objetos culturais foi com uma pequena anedota do meu professor de ensino médio. Na época, eu estudava em uma escola-cursinho de bairro rico da zona leste que, mesmo localizada próximo a escolas tão grandes quanto hipermercados, se escondia em uma masmorra onde havia sido o McDonald’s de um shopping center que havia agora se fundido a um prédio comercial. 

A pequena história em questão estava sempre nos 15 minutos das aulas sobre o ciclo do café no Brasil (e isso eu pude confirmar com meus colegas de cursinho). Ela consistia em uma conversa entre o meu professor e o seu pretérito professor sobre a carga de leituras da sua matéria, que, além de inacessível pela sua variedade de línguas, era demasiada para “uma pessoa que trabalhava 8 horas por dia, além dos estudos”. Em relação a isso, o docente, após um pequeno  momento de silêncio, perguntou-lhe: “Silas (seu nome era Dimas), quantas horas você dorme por dia?”. Meu professor, como todo calouro saudável, disse-lhe que dormia as recomendadas oito horas por dia e, em resposta, recebeu uma indicação para que, a partir de agora, dormisse seis horas já que: “Você terá muito tempo para dormir quando você estiver morto, Silas (o seu nome era Dimas)”. Saindo de sua rememoração e voltando ao presente daquela época, ele agora dizia que não apenas foi graças ao café que ele conseguiu seguir o memento mori de seu antigo mestre como muitas de suas indagações mais pessoais consistiam na pergunta: Seria possível eu injetar café em minhas veias sem morrer? 

Mais do que a mórbida estranheza dessa pequena história, foi a reação dos meus colegas de classe que me despertou uma reflexão. Como eu já disse, a minha escola era uma daquelas que moldam o ensino médio como três anos de cursinho para crianças na puberdade e, com isso, desde o dia 1 naquela instituição, todos nós éramos, também, ensinados sobre um modo de viver e trabalhar dentro daquela pequena e abafada masmorra. O estilo de vida era bem simples: cinco horas de aulas diárias, almoço, quatro horas de revisão da matéria diária, provas duas vezes na semana, simulados mensais, uma enxurrada de vestibulares ao final do ano e uma dedicação intensa a ser sempre o melhor. Eu, tendo um ainda não diagnosticado TDAH na época e um já empiricamente diagnosticado tabagismo, não estava dentro daquele mundo e, por isso, a história se apresentava para mim como mais uma das anedotas daquele professor ex-universitário e ex-simpatizante do POR. Naquela época, eu tinha dezesseis anos, o que significava que eu já não tinha mais quinze anos e que, no próximo ano, eu teria dezessete anos, implicando que a contagem regressiva entre o meu ensino médio e a pavorosa FUVEST já havia se aproximado o suficiente para que eu me mudasse em direção às cadeiras da frente na minha turma e, com isso, fizesse uma nova gama de amigos. Diferente dos meus camaradas de cola¹, essas pessoas não tinham uma rotina de estudo como nós, mas sim uma prática holística confucionista de respeito à tradição do estudo, do resumo, da repetição, do marca texto colorido ao dar o título para qualquer tema (não importa o quão sombrio fosse), e, também, mas não menos importante, do consumo exagerado e religioso de café. Com esse grupo, eu vi, pela primeira, uma pessoa além de mim ter uma crise de pânico por culpa de um livro didático. Pessoas que literalmente me explicavam a aceleração da gravidade (que era 9,8 m/s²) foram o despertar para que eu aprendesse pequenos exercícios de respiração com minha psicóloga enquanto desenvolvia uma voz característica de ASMRs distópicos apenas para lhes assisti em suas empreitadas. Esse grupo – de aproximadamente 20 meninas e meninos, alguns de classe média alta e outros bolsistas, em sua maioria heterossexuais e majoritariamente apaixonados por medicina – olhou para a história de meu professor com uma admiração latente escondida dentro das gargalhadas que lhes reafirmava uma paz, já que o fato de estarem inseridos nesse sistema de trabalho em tão tenra idade significava que eles estavam “no caminho certo”.

Presenciando esse momento de êxtase quase religioso – que eu apenas encontraria igual em um encontro do Badoo que acabou em uma missa mórmon 2 anos depois dessa primeira história –, minha mente apenas conseguiu formular o seguinte questionamento: “Nossa… tudo isso por culpa de… café?”. Escrevendo este texto, eu tento responder para o Arthur daquela época que, simultaneamente, é claro que tudo isso era sobre café e que não, tudo isso vai muito além do café. Tão além do café que culmina no zeitgeist, o líquido da minha geração e provavelmente da geração à qual, agora, eu começo a dar aula: o Energético Monster Energy, o suco de capitalismo tardio. 

Naquela época, eu claramente não conseguia responder essa pergunta, eu ainda não trabalhava. Quando eu digo, aqui, “trabalho” eu também não quero dizer apenas “trabalho assalariado”, mas sim o trabalho em seu conceito mais amplo. De acordo com o dicionário do Google, trabalho é: “conjunto de atividades, produtivas ou criativas, que o homem exerce para atingir determinado fim”. Sendo assim, podemos dizer que essa rede simples, mas ao mesmo tempo demandante, de grifagem de textos e confecção de resumos com um design inconscientemente pós-moderno é, sem a menor das dúvidas, um regime de trabalho no qual meus colegas estavam inseridos. Principalmente aqueles mais apaixonados pela medicina entendiam bem o que significava a palavra crunch, mesmo sem saber exatamente que havia uma palavra para designar a forma como eles organizavam suas vidas. Nisso, O Café, sem a menor das dúvidas, era a água para aquele corpo forjado nas chamas do laser existencial das cobranças do meu professor de física chamado Naldo. 

Isso (agora eu lamento) não fez parte dos meus anos de formação, tendo sido postergado pela minha procrastinação pubertária até os meus atuais anos universitários, nos quais eu nunca mais colei – seja por uma promessa de cunho moralizante que eu fiz após ver o milagre que foi a minha convocação no curso desejado, seja pela tristeza advinda da ausência que a minha amiga e provedora de colas fazia na minha vida. Nessa agridoce, eu entendi o espírito do café. 

Espírito porque, de fato, o café não foi, não é e nunca será a bebida que eu mais tomo. Isso pelo fato de que, por mais que não exista um respeito próprio muito bem demarcado dentro de minha pessoa, existe uma consciência muito grande que, nesta economia, minha ansiedade não sobrevive a mais de uma xícara cheia de café com leite. Entretanto, a sua própria presença ritualística antes de todas as primeiras aulas das manhãs de todos os dias úteis já implicava que, enfim, agora eu estava fazendo algo que demandava esforço e dedicação na minha vida. Agora, substituindo a quantidade imensa de fórmulas e exercícios que me eram dados e que eu desprezava como os templários eram acusados de desprezar A Doutrina de Nosso Sr. Jesus Cristo, eu aplicava essa lógica a um regime de trabalho que me pedia, ao fim de seis meses, uma parcela gigante de fichamentos, resenhas críticas e análises detalhadas que implicam um pensamento muito mais ativo. Isso culmina em um momento sazonal: todo fim de semestre, eu precisava passar aproximadamente duas semanas acordado pensando em nada, apenas naquilo que eu precisava produzir para a minha vida acadêmica. Nesse contexto, eu comecei a tomar O Monster Energy.

Mais gelados (e palatáveis) que o café, ao mesmo tempo que mais caros e com promessas muito maiores de produtividade, eu usava energéticos como um pequeno extra para sobreviver ao fim do semestre. Sempre calculava exatamente com quanto espaço temporal e orçamentário eu poderia manter um consumo constante desse líquido verde-chorume para que, assim, pudesse encerrar o meu semestre e dormir uma única soneca-recompensa de 14 horas antes de voltar para meu estado metafísico de natureza no qual eu apenas me dedico à atividade filosófica de coçar o saco. 

Um dia, tomando o energético e indo me encontrar com um amigo de faculdade, ele me exclamou com uma ironia trágica que previu este texto: “Nossa, você está tomando uma bebida de e-girl!”. Eu ri da mesma forma que eu rio em entrevistas de emprego, sem entender e desesperadamente implicando um desejo por aceitação, já que, na realidade, eu não conhecia o significado ontológico de uma e-girl – fora o cabelo colorido e as misteriosas alegações sobre a falta de banhos. 

Agora, provavelmente, o leitor atento estará perguntando quando será analisado, de fato, o Monster Energy enquanto objeto e qual a importância que uma moda adolescente tem para a nossa séria introspecção sobre tal produto. Eu lhe respondo: toda. Pois, neste momento de minha vida – em que oficial e não-ironicamente eu já tive o TikTok como mídia importante para manter minhas relações afetivas e já passei uma noite de jejum refletindo sobre os temas líricos presentes no álbum da Billie Eilish –, eu posso lhe afirmar, com certeza científica, que a comicamente relacionada ligação entre o consumo de energéticos Monster Energy e a presença cultural das e-girls são como a conexão entre camisas xadrez e o movimento grunge. Minhas maturidade intelectual e erudição recentes foram adquiridas não apenas devido a uma aproximação dos símbolos culturais dessa forma de expressão estética, mas também vieram da precarização crescente tanto da minha própria saúde mental quanto do regime de trabalho e estudo que se instauraram na minha vida com a atual descida em espiral que este país caminha em direção ao fundo do poço. O que era apenas um consumo equilibrado por apenas duas semanas transformou-se em dois meses de degustação entre os mais diversos sabores de Monster junto aos mais eficientes aplicativos de meditação guiada e às mais eficientes receitas com maracujá que eu conseguia encontrar na internet após chorar no banho por ter pronunciado a vogal U no Francês de uma maneira ligeiramente mais aberta do que o requerido. Após esse momento ápice, houve, dentro de mim, não apenas uma banalização deste líquido e de suas variadas formas, como também, nas profundezas do meu id, surgiu a indagação: “E se eu tomasse Monster sem precisar estudar, só para me divertir?”. Eu havia internalizado e humanizado a droga por meio da qual me mantinha em uma rotina de tentativa de produção irreal e destrutiva. Eu agora a amava. E agora eu entendia a natureza dessas perguntas. 

A minha própria saúde, entretanto, me impedia de fazer uma reflexão mais crítica sobre este produto, já que eu mesmo me colocava dentro da sua lógica. Sendo assim, agora – após ter passado meses sem beber um energético e tendo tomado o primeiro gole para a composição desta análise no exato momento em que eu escrevo essas palavras – eu posso dizer, com a mesma certeza com que meus colegas me diziam a aceleração da gravidade (que é 9,8 m/s²): o Monster Energy representa a expressão mais peculiar dos tempos que vivemos, nos quais o trabalho (parte integral da vida de todo mundo que não virou uma história de superação quando começou a estagiar na firma de papai), não apenas é precarizado, mas coagido a romantizar essa própria obsessão patológica por produção, criando dentro de nós (até mesmo dos mais marxistas) o desejo de “trabalhar enquanto eles dormem”. Ao mesmo tempo, por que seria essa bebida, também, o hino líquido da geração de e-girls que claramente não possuem o mesmo perfil que um workaholic normal? Cultura e contracultura colidem em uma lata preta cujas paletas de cor consistem no preto, branco, e verde-catota.

Apenas policiais bebem Monster Energy no copo. É por isso que todos os meus amigos e pessoas de quem gosto jamais nem sequer insinuaram ter feito tal tipo de baixeza moral ao consumir esta bebida. Quanto a isso, é especial pensar que, mesmo não vendo o seu líquido, o imaginamos verde como a cor presente no M animalístico que se coloca como logo desta bebida, com uma sugestão que erotiza o escatológico introspectivo informado pelo seu design. Essa, sinceramente, não é uma das cores mais agradáveis para uma bebida. Quem em sã consciência tomaria algo com essa cor que relembra os mais humilhantes tipos de excrementos? Da mesma forma, paralelamente, podemos indagar: quem, em sã consciência, votaria num candidato a prefeito de São Paulo que, em suas palavras, atos e aparência, se parece com o Lex Luthor? Claramente apenas a nossa geração de sommeliers em desgraça. Apenas uma geração que literalmente presencia o contar regressivo de um relógio marcando quanto tempo temos antes do colapso climático enquanto passamos nossos dias em trabalhos, na maior parte informais, com jornadas que extrapolam muito mais do que aquilo que a nossa geração de tios de Zap Zap consideravam como “trabalho duro”. 

Sendo assim, a já clinicamente questionável reflexão íntima de meu professor – se ele poderia “inserir café em suas veias sem morrer” – se transforma no nosso comum. Nós tomamos algo que literalmente se chama “monstro” e que parece o mijo de um vilão de filmes do Godzilla dos anos 60, então como você acha que a juventude que menos tem serotonina produzida no cérebro conseguiria trabalhar em condições tão expansivamente opressivas? Assim, Monster Energy é como aquele seu colega de firma cinco anos mais velho e levemente superior na hierarquia corporativa que te explica que, para se dar bem aqui, seria “legal se faltasse na primeira” das suas duas aulas diárias na universidade para trabalhar naquele projeto que lhe foi designado, mesmo que o contrato do estágio não tenha lhe designado essa responsabilidade. Mas você acata porque você realmente quer esse salário para comprar o último Animal Crossing e ainda possui algum afeto por esse colega, já que ele te chamou de bro. Ainda assim, essa conclusão não consegue explicar o porquê das e-girls, já que até um leitor atento poderia apontar que, afinal de contas, trabalhar é algo meio normie, né? Como um movimento que possui como afeto a rebeldia juvenil insere, dentro de si, um objeto cultural tão intrinsecamente ligado ao mundo do trabalho sem, de fato, subvertê-lo? 

O uso de substâncias químicas que alteram a normalidade dos nossos sentidos com certeza é algo mais velho que o MySpace. Os Hippies, nos anos 60, foram pioneiros em utilizar o LSD e outras drogas como uma forma de revolta contra a “realidade” colocada em seu período histórico. Mesmo que seja uma “revolta” muito fácil derreter as portas da percepção enquanto acontecia um apartheid nos EUA, podemos dizer que, comparado a isso, o uso de Monster pelas e-girls é algo completamente normie a primeira vista Mas, ao analisarmos a própria natureza alienante do uso de drogas junto às próprias desenvolturas do capitalismo após esses movimentos iniciais de contracultura e de contestação, poderemos ver como o prejudicial à marca Monster Energy não é somente essa contradição, como também a sua própria matéria – mais essencial à manutenção desta lata do que a existência do próprio alumínio que a compõe fisicamente. 

Antes disso, é fulcral dizer ao leitor temeroso: eu não sou um policial, graças a Deus. Logo, o que direi sobre drogas não tem o intuito de julgar, mas sim demonstrar alguns efeitos políticos que elas assumem. Partindo disso, podemos ver como, em muitos momentos, o uso de drogas foi utilizado para alienação e desmobilização de movimentos da luta contra o capitalismo e o colonialismo. A China, por exemplo, foi obrigada a comprar ópio da Inglaterra após ter perdido as Guerras do Ópio e, assim, terminou com uma parcela gigantesca de sua população em condição de dependência até a sua revolução comunista. De forma semelhante, as drogas também foram usadas pela CIA, que, em sua luta contra o Partido dos Panteras Negras, as inseriu nas comunidades negras a fim de desmobilizar a organização revolucionária. Drogas “legais” (e normies), como o álcool, também foram amplamente utilizadas em regimes de dominação. A Rússia Czarista, por exemplo, utilizou amplamente da sua produção de vodca para conter a crescente miséria advinda de seu regime. Substâncias, lícitas ou ilícitas, também afetam a política de nossa geração, estando inseridas em nossa indústria cultural. Isso, entretanto, não quer produzir nenhum tipo de apoio à guerra às drogas que é colocada em prática, ao redor do mundo, contra pessoas marginalizadas. O hedonismo puro que vem com o discurso de apologia aberta às drogas acaba, também, por ser reacionário, já que ele mascara os verdadeiros limites da ação que a juventude tem em relação à sociedade. 

O que era, então, considerado superficialmente como antissistêmico, na realidade, é engolido pela lógica cultural do capitalismo de uma forma em que até o desafio ao capitalismo implica a manutenção do próprio. Esse movimento singular de nosso século é chamado pelo filósofo Mark Fisher de “Realismo Capitalista”. Ele, professor de ensino médio que presenciou em primeira mão a formação da subjetividade dentro deste esquema cultural formado desde os anos 90, afirma sobre seus alunos: “Muitos dos jovens estudantes que conheci pareciam estar em um estado que chamaria de hedonia depressiva. A depressão é habitualmente caracterizada como um estado não-hedônico, mas a condição à qual me refiro aqui é constituída não tanto por uma incapacidade de se obter prazer e mais pela incapacidade de fazer qualquer coisa senão buscar prazer”. A rotina de letargia hedônica resumida por ele como “a dieta fácil de esquecimento reconfortante – Playstation, TV a noite toda e maconha” forma uma geração que tem a plena consciência de que o que acontece no nosso mundo não está certo, de que essa não é uma vida propriamente dita, mas que, ao invés de se organizar politicamente, só consegue reconhecer como revolta uma postura irônica, de um antissistema que vende perfeitamente bem ao sistema. 

Por isso eu gosto de ver o energético Monster Energy como um eco daquilo que um dia foi a figura do Sonic. O mascote da Sega nos anos 90 era, assim como essa magistralmente péssima bebida, um símbolo de revolta e insatisfação feito para vender um produto. Enquanto as pessoas jogavam Mario pois gostavam de sua música e de sua inocência, as pessoas escolhiam Sonic para ver aquele ouriço ecossocialista azul correr o máximo possível para lutar contra uma espécie de Steve Jobs não-vegetariano, performando, assim, sua rebeldia, sua oposição ao senso-comum e ao normal, mas tendo, ao fim, a mesma textura e essência, mesmo que com um gosto levemente mais ácido. Não é à toa que temos milionários com fotos de anime em seu Twitter colocando nomes de robôs em seus filhos. Gostar desse tipo de postura é a forma de a indústria cultural criar um playground seguro para que a revolta tão comum dentro do coração da maior parte da população frente ao capitalismo tardio possa ser performada sem colocá-lo em perigo. Em conclusão: Monster Energy é incrível. Minha nota é 5 estrelas, mas, infelizmente, ele é tão normie quanto passar uma noite no Villa Mix. Isso não é necessariamente um problema, eu me sinto profundamente aliviado em saber que sou um normie e, como já bem expus aqui, a única coisa que não é normie nesta economia é a ciência imortal do proletariado.


notas:

  1. Inclusive, deixo aqui registrado um fato curioso de que a minha principal companheira de cola é a Triz Parizotto, atriz que participou na novela Global Éramos Seis e atualmente é uma streamer de sucesso. Nesta nota gostaria de agradecer a sua árdua ajuda que, junto do ótimo uso de suas habilidades como atriz, foi responsável pelo meu sucesso nas provas de: Biologia, Química, Matemática e Física. Muito obrigado Bia.


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