Folha militar


Maior jornal do país, ótimos jornalistas e vastos recursos. Mesmo assim, a Folha de São Paulo ainda não esclareceu sua relação com a ditadura militar, tampouco o porque optou por fazer apologias ao regime nos anos seguinte a redemocratização.


Goste ou não, a Folha de São Paulo é o maior veículo do país, tanto em audiência quanto em circulação. Com uma plenitude de profissionais e recursos, o jornal consegue abordar muitas das pautas do cotidiano brasileiro e frequentemente dá furos importantes no jornalismo – alguns marcados na história da imprensa. Mas, nem tudo são flores. O veículo possui uma ligação ainda não esclarecida com a ditadura militar, passando de conexões entre donos até mesmo a apologia ao regime em razão de uma tese do mal necessário em editoriais recentes.

Em um ano eleitoral complicado, polarizado e violento em certas óticas, criticar qualquer ato da imprensa pode ser qualificado como uma ação reacionária, ou anti-mídia. No entanto, é necessário pontuar algo que, ao meu ver, não está claro para os que comandam o veículo: a relação não esclarecida do jornal com a ditadura é uma faca de dois gumes. A cada pequeno erro da Folha, leitores enfurecidos relembram seu passado, fazendo com que percam novos leitores e seus jornalistas – muitos nascidos depois da ditadura – recebam ataques. Por outro lado, leitores não recebem um esclarecimento do maior veículo de imprensa sobre o que aconteceu naqueles anos sombrios da história brasileira, tampouco do porque a linha editorial optou por continuar fazendo uma apologia ao regime décadas depois da redemocratização.

“Aos olhos de hoje, apoiar a ditadura militar foi um erro, mas as opções de então se deram em condições bem mais adversas que as atuais”. Essa é a linha fina — o complemento da machete — de um editorial do jornal sobre a ditadura militar. O texto foi publicado após pressão pública envolvendo as revelações, que serão abordadas, do envolvimento indireto do jornal na ditadura e suas estruturas de opressão civil. 

Em 20 de março de 1964, poucos dias antes do golpe militar, o jornal publicou a machete: “São Paulo parou ontem para defender o regime”. A frase deixa claro o apoio ao regime militar assim como a sucessão do artigo da capa, mas a Folha não estava sozinha. Todos os veículos de imprensa na época apoiaram o golpe militar, assim como toda a classe média, e os que não o apoiaram, foram eventualmente censurados. Sem dúvidas, jornalistas dentro e fora do veículo, assim como alguns formadores de opinião em geral, afirmam ser necessário, à época, defender o regime diante as ameaças que o Brasil sofria na época.

Considere essa tese válida ou não – a qual pessoalmente vejo como um absurdo e um revisionismo histórico -, é necessário, aqui, pontuar uma diferença entre o veículo e outros jornais. As ligações da Folha e a estrutura do poder do regime militar não se limitam a matérias de capa ou ligações para militares, ela foi além.

Em depoimento a Comissão Nacional da Verdade, um procedimento histórico realizado durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, um ex-delegado chamou a atenção do público em razão do que foi dito em seu depoimento. Claúdio Guerra, do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), era responsável por ‘se livrar’ de cadáveres das vítimas de tortura por militares da ditadura, incinerando e escondendo seus corpos. Ele se arrependeu. Escreveu artigos, deu palestras, entrevistas e participou da comissão, contando tudo o que sabia, lembrava, quem havia participado do quê e quem sabia o quê. Ele foi um dos que esclareceu a relação do veículo com a ditadura militar.

Além de testemunhar que o jornal emprestava carros da redação para a Operação Bandeirantes (Oban), uma das frentes policiais mais fortes e autoritárias do regime, o ex-delegado afirmou que Octávio Frias de Oliveira – um dos donos do veículo – fazia visitas frequentes ao DOPS. A Bandeirantes se tornou o centro de boa parte das torturas, mortes e perseguições que aconteceram durante o regime, sendo dolorosamente relembrada por sobreviventes. “Os carros que distribuíam jornais eram usados em campanhas pela prisão de comunistas. Esses carros eram muito úteis porque disfarçavam bem, ninguém suspeitaria que membros da Oban estivessem ali dentro preparados para agir”, disse, em depoimento ao livro Memórias de Uma Guerra Suja.

“A ALN queimou vários carros da Folha como represália à participação do Grupo Folha no financiamento da repressão e ao uso de seus carros na repressão direta. Ao fazer isso, atuando na guerra, o Grupo Folha era passível de sofrer as sanções e as represálias da guerra. O Grupo Folha apoiou o golpe de estado, financiou, participou diretamente da repressão e jamais fez autocrítica disso”, diz Carlos Eugênio Paz, membro da guerrilha Aliança Libertadora Nacional.

As visitas não foram a única ligação de Frias com o regime. Em depoimento, Guerra afirmou que o magnata do jornalismo era amigo pessoal do delegado Sérgio Fleury. Para os desconhecidos da figura, Fleury assumiu o posto durante o pior momento da ditadura em termos de violência e autoritarismo, o AI-5. Apesar de poucas respostas ao pesquisar seu nome na internet, Fleury é uma figura marcada na ditadura por três motivos: violência, corrupção e tráfico. Além disso, foi responsável por comandar a operação policial que assassinou o guerrilheiro Carlos Marighella – que, recentemente, voltou a ser uma figura popular, sobretudo em meio as novas gerações.

A trajetória profissional de Fleury se deu início em 1968, ano de promulgação do AI-5. Ele participou ativamente do Esquadrão da Morte, uma organização paramilitar as margens da lei criada para “limpar a sociedade brasileira” dos inimigos do regime. O grupo foi apoiado pelo Estado, chegando a fazer parte da própria Secretária de Segurança do Estado do Rio de Janeiro. A violência apoiada pelo aparato estatal resultou na execução sumária de duzentas pessoas, além do envolvimento com tráfico de drogas, prostituição, proteção a quadrilhas de traficantes e corrupção política. Muitos dos assassinatos continuam impunes e historiadores questionam se o número pode ser ainda maior.

Ainda na década de sessenta, o Ministério Público denunciou Fleury por participação no Esquadrão da Morte e corrupção. Ele foi absolvido imediatamente após a promulgação de uma lei imediata com seu nome, que permitia réus primários com bom comportamento responderem em liberdade. A denúncia também foi motivada pelos Estados Unidos e veículos internacionais, que estavam incomodados com a violência do esquadrão, influenciando negativamente a “imagem”” do Brasil no exterior.

Os jornais da época, não só a Folha, reproduziam e amplificavam o discurso dos militares. Por muito tempo, o Esquadrão da Morte fora visto como uma vingança necessária pela morte de policiais baleados em tiroteios com membros da resistência a ditadura. “Eles enxergavam esse esquadrão como um grupo de policiais que praticavam o bem à sociedade eliminando pessoas perigosas e irrecuperáveis”, diz Márcia Gomes Fernandes, professora de História da Universidade Federal do Amapá, que pesquisou em sua tese de doutorado em História do Brasil Contemporâneo sobre o grupo paramilitar e sua relação com a imprensa brasileira.

Gomes ressalta que a crise política que se seguiu na década de setenta, somada a censura, fez com que jornalistas parassem de propagandear o regime. No caso de Fleury, apesar de seu caso judicial ter sido proibido de ser exposto pela imprensa em razão de suas altas conexões com a cúpula militar, os jornais resolveram noticiar. O processo legal de seu julgamento foi completamente corrupto em razão de uma estratégia moralista que buscava manter a imagem do governo. “Os jornais, no entanto, expuseram essa estratégia adotada, bem como inúmeros favorecimentos durante os julgamentos e processos. “Muitos juízes o tratavam com reverência, inclusive”, diz a pesquisadora.

A direção da Folha negou a relação de Octavio Frias de Oliveira e Sérgio Fleury.

O veículo também julgava seus próprios empregados, apesar de afirmar, à época, estar cansado da censura. A jornalista Rose Nogueira doou sua ‘ficha de empregado’ da Folha da Tarde – periódico publicado durante a parte da tarde, mas ainda parte da Folha – a comissão, onde ela era descrita como terrorista. “A Folha da Tarde noticiou minha prisão por terrorismo. Estava lá todos os dias escrevendo sobre teatro, cinema, era repórter de cultura e variedade.”, disse a repórter, em depoimento. Nogueira foi presa por Sérgio Fleury.

Descrita como o “Diário oficial da Oban”, a Folha da Tarde existiu de 1949 a 84, sendo interrompida em 59 e depois reinstituída em 67, sendo completamente reformulada após a instauração do AI-5. Segundo a linha de pesquisa da historiadora Beatriz Kushnir, o jornal, que possuía uma linha até considerada de esquerda, teve a direção passada para Antônio Aggio Jr, notório repórter policial que atualmente possui um blog bolsonarista onde já fez uma série de publicações contra jornalistas e historiadores, como a própria Kushnir. Alguns relatam que o diretor andava armado na redação.

“Havia pressão armada, além de econômica, mas nunca a família Frias me pediu para mudar a linha editorial para aderir ao regime. Obedeceríamos ao que a censura impunha porque não havia saída. Depois que deixei a redação do jornal, ele mudou de linha editorial”, disse Jorge Miranda Jordão, antecessor de Aggio na Folha da Tarde. Durante a gestão de Aggio, o periódico era conhecido como “o jornal de maior tiragem”, devido ao grande número de policiais que compunham a equipe.

“O jornal ficou sob o comando de policiais e muitos dos jornalistas que ali trabalharam também exerciam cargos na Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo”, diz a historiadora e professora Beatriz Kushnir, que escreveu o notório livro Cães de Guarda sobre a relação da imprensa brasileira com o regime militar.

Em um editorial publicado em 2014, o veículo alega que a ditadura “tem sido alvo de merecido e generalizado repúdio”, mas segue dizendo que o momento “era de feroz confronto entre dois modelos de sociedade — o socialismo revolucionário e a economia de mercado”. Persistindo na tese de um mal necessário, a coluna afirma que a esquerda brasileira da época havia forçado “limites da legalidade ao urgirem por reformas que tinham muito de demagógico” e que “grupos militarizados queriam instaurar uma ditadura comunista no país”. A lógica, entretanto, deve ser questionada. Em reportagens, colunas e artigos sobre a resposta popular diante violência estatal em países de esquerda, o ato é heroico. Na realidade, a própria resposta ucraniana atual a guerra da Rússia está sendo parabenizada por muitos jornais e colunistas – incluindo a Folha. Porque a resposta violenta da sociedade civil ao Estado militar brasileiro não pode ter a mesma perspectiva?

Não havia uma ameaça comunista no Brasil. O maior jornal do país, com os maiores recursos e os melhores profissionais, não poderia contratar um historiador para escrever sobre isso?

O historiador Rodrigo Patto Sá Motta, doutor em história pela Universidade de São Paulo (USP) e professor do Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), fala sobre o anticomunismo e a “tese do mal necessário” em entrevista para a Agência Pública. “A tradição anticomunista tem servido para expressar o medo de alguns grupos sociais com relação a processos de transformação social e cultural, ou seja, ela serve para consolidar e expressar sentimentos conservadores em relação a valores morais e religiosos e às hierarquias sociais tradicionais. Em outras palavras, o perigo vermelho expressa temores que ultrapassam os objetivos e a força real dos comunistas, servindo para expressar o medo de que as classes populares e os setores excluídos (negros) ascendam socialmente e com isso questionem as hierarquias.”, diz o professor.

“Os discursos centrais que sustentaram a intervenção militar em 1964 foram calcados no anticomunismo, essa foi a linguagem dominante do golpe. Porém, o alvo era a esquerda de uma maneira geral, bem como as lideranças sociais que demandavam reformas”, diz Sá Motta. Antes do golpe, muitas lideranças políticas clamavam por uma reforma agrária – que, apesar de presente na Constituição como direito, nunca foi instaurada ao nível alegado pelos militares. João Goulart também não era um comunista apesar de ter sido favorável a reforma agrária – além de ser um advogado dono de terras gaúchas. Seu partido também era oposto ao comunismo desde a criação: o PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) foi criado por Getúlio Vargas nos anos quarenta para competir com os comunistas. O êxito revolução comunista em Cuba, além dos contatos comerciais do governo Goulart com países de esquerda como a China, criaram um pânico moral de que uma ameaça comunista estava em curso na América Latina.

Mas, para além da lógica do mal necessário – presente, aliás, em muitos editoriais políticos recentes do mesmo veículo -, há o erro grave de alegar que a ditadura foi positiva em termos econômicos. “Não significa que todas as críticas à ditadura tenham fundamento. Realizações de cunho econômico e estrutural desmentem a noção de um período de estagnação ou retrocesso”, diz, ainda no mesmo editorial. Errado.

A falsa noção de que houve um crescimento econômico positivo durante o regime militar ignora fatores internos que levaram a tal crescimento, além de que, essa noção – ainda atual – leva a uma idealização do regime e perpetua a teoria do mal necessário. Assim como na ditadura chilena, também parabenizada por muitos jornalistas e alguns do campo da economia liberal, essa visão faz um recorte de período, ignorando as consequências de medidas tomadas durante tal recorte – mesmo que elas tenham moldado a vida socioeconômica de seus povos por décadas a fio.

Não se engane, o país de fato cresceu, cerca de 10% ao ano. No início da década de setenta, houve um recorde do PIB, Produto Interno Bruto, que aumentou 14%. Delfim Netto, um dos Ministros da Fazenda do regime e colunista da Folha, disse uma frase muito famosa que representa o porquê dos índices econômicos positivos: “É preciso crescer o bolo para depois distribuí-lo”. O bolo era desigual, e as migalhas causaram o milagre econômico. A concentração de renda aumentou durante o período, já que os benefícios e lucros do crescimento econômico não eram distribuídos entre a população, mas ficavam concentrados sobretudo a parcela populacional com mais instruções. O Fundo Monetário Internacional (FMI) também contribuiu para a desigualdade brasileira do regime militar. Após uma crise no ramo do petróleo na década de setenta, o Brasil – que já tinha uma dívida externa – se visse obrigado a recorrer ao fundo em 82, quando o governo afirmou não haver outra saída para enfrentar a crise.

“Com a crise internacional de 1973, temos uma quebra deste modelo econômico baseado no alto endividamento externo e, com isso, a economia vai perdendo força”, diz o historiador Pedro Henrique Pedreira Campos, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) em entrevista ao jornal El País. Economistas do governo não queriam abrir mão da falsa sensação de um milagre econômico e perpetuaram a dívida externa.

A dívida externa brasileira em 1984 equivalia a 102 bilhões de dólares, metade do PIB do Brasil. Isso significa que a dívida externa cresceu nove vezes mais do que a própria economia do país. Em 1981, os Estados Unidos subiram as taxas de juros do dólar, aumentando também a dívida externa brasileira. Com essa crise, foram necessárias diversas negociações para que o país pudesse retomar os empréstimos. Em 1985, o FMI suspendeu o auxílio pelo descumprimento de algumas metas e só retoma as negociações em 1988, quando o Brasil fecha um acordo de 1,4 bilhão de dólares – dos quais só recebe 477 milhões de dólares.

A economia brasileira só se estabilizou após o Plano Real, na década de noventa – programa que não foi bem-visto pelo FMI. As consequências negativas do programa econômico da ditadura duraram mais de uma década. Além da dívida externa, os efeitos da desestabilização dos direitos trabalhistas, desmonte da proteção ao trabalhador e imposição de medidas neoliberais – além da corrupção nas empresas estatais -, duraram por décadas a fio, talvez até hoje.

Além de tudo isso, havia a economia indexada. Indexação é o termo usado para os reajustes de preços conforme a inflação, como aconteceu no Brasil dos anos noventa e em alguns locais do país atualmente, onde nada mantêm o preço durante um dia.

Para que o plano de milagre econômico funcionasse, os militares seguraram os salários e estagnaram seus valores, mudando a regra que previa o reajuste de salário pela inflação – se as coisas básicas custam mais, você recebe mais. Em 1964, o salário mínimo era 1,2 mil reais. Ao final do regime, em 1985, o salário mínimo era de 620 reais. Antes, seu salário seria ajustado conforme a inflação e você não teria tanto prejuízo com o aumento de preços de coisas básicas, mas após a indexação, você tecnicamente passou a ganhar menos, mesmo que tivesse o mesmo salário de antes.

Então, esclarecemos algumas coisas. Assim como quase todos os jornais durante a ditadura, a Folha fez reportagens, artigos e colunas que podem, hoje, serem qualificados como uma apologia aos militares. É necessário pontuar que isso vem em razão da censura do período. Por outro lado, segundo testemunhos na Comissão Nacional da Verdade, além de trabalhos de pesquisa de doutores sobre tal período da história brasileira e a participação da mídia, a Folha foi além. Se cruzou o limite da apologia necessária para sobreviver em anos de chumbo, formando uma cumplicidade sorrateira.

Para além disso, a postura mesquinha e quase infantil do veículo de buscar utilizar a tese do mal necessário para justificar o injustificável, é doloroso. Na verdade, é deprimente. O jornal que publica colunas sobre como é contra quebrar o monopólio de mídia no Brasil – porque considera tal feito autoritário e longe da ideologia de mercado -, é o mesmo que não possui coragem de assumir seus erros envolvendo a ditadura militar.

É preciso virar a página da ditadura militar, onde, com sorte, todos os que contaram com até uma mínima participação sejam responsabilizados. O revisionismo que engloba o período é uma das grandes etapas para chegarmos onde estamos: se pessoas de poder sabem que fizeram tudo, incluindo tortura e terrorismo, durante a ditadura militar e não foram punidos, porque eles achariam que seriam punidos agora? Nos próximos anos, passaremos por um processo de reconstrução do país tão profundo – talvez tão difícil – quanto a redemocratização em 1985. A Folha não deve só aos seus leitores, como a sua notável reputação, esclarecer sua relação de participação e apologia com a ditadura militar.


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