Você não pode assinar a Sabiá, mas deve assinar esses veículos

Aqui, não temos assinaturas, gorjetas e doações, não porque o jornalismo não precisa de dinheiro para sobreviver, e só temos um grupo editorial que não se importa em financiar o projeto e evitar influências externas sobre nossa linha editorial.

Isso não significa que não existam projetos importantes no jornalismo que devem, merecem e podem ser financiados por leitores. Hoje, no nosso aniversário de 2 anos, queremos pedir para você assinar um ou mais dos projetos nesta lista, caso goste do nosso trabalho e tenha algo sobrando.

Jacobin Brasil

A Jacobin Brasil é uma sucursal brasileira da revista americana Jacobin que traz uma perspectiva socialista para análise jornalística e sociocultural. O site já publicou materiais adaptados da nossa revista e forneceu espaço para publicação de textos de integrantes da nossa equipe.

Agência Pública

A Pública é uma agência de reportagem e jornalismo investigativo que aposta num modelo de jornalismo sem fins lucrativos para manter a independência. Sua missão é produzir reportagens de fôlego pautadas pelo interesse público, sobre as grandes questões do país do ponto de vista da população – visando ao fortalecimento do direito à informação, à qualificação do debate democrático e à promoção dos direitos humanos. Um dos trabalhos mais reconhecidos da Pública é a série de reportagens Caso K, sobre acusações de crimes sexuais do empresário Samuel Klein, fundador das Casas Bahia. 

Agência Sportlight

Com uma trajetória marcada pela cobertura dos bastidores do esporte, para além do tradicional campo e bola, o jornalista Lúcio de Casto lançou a Agência Sportlight de Jornalismo Investigativo em dezembro de 2016 para dar razão às reportagens que queria produzir, mas não encontrava interesse nos principais veículos de comunicação.

A Agência Sportlight já publicou aproximadamente 120 matérias, com média de 30 mil visualizações para cada uma e picos de 100 mil acessos. Entre os trabalhos, está o “Dossiê Nuzman”, uma série de 32 reportagens que mostraram o lado B das Olimpíadas Rio 2016. Carlos Arthur Nuzman era presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e responsável principal pela organização do evento.

Núcleo Jornalismo

Criado com a missão de produzir investigações a partir de dados, o Núcleo é uma iniciativa que cobre o impacto das redes sociais nas vidas das pessoas, explorando desde os meios tradicionais de produção jornalística até novos formatos de conteúdo e tecnologia.

O modelo de fazer jornalismo do Núcleo é focado em trazer transparência ao governo, ao debate político e a políticas públicas, em diferentes esferas e localidades.

The Intercept Brasil

Fundado em 2016, The Intercept Brasil (TIB) se propôs a fazer um jornalismo de impacto, sem amarras e com transparência, “responsabilizando poderosos por meio de um jornalismo destemido e combativo”. A agência de notícias tem cumprido com maestria essa função e, mais do que isso, tem nos ensinado muito sobre inovação e transparência.

Em Junho de 2019, o TIB divulgou a série de reportagens Vaza Jato, divididas em seis partes, acerca da Operação Lava Jato. Trata-se da divulgação de chats privados retirados de documentos inéditos, enviados ao veículo, por uma fonte anônima, que questionam as políticas anticorrupção, a imparcialidade do ex-juiz Sérgio Moro e a legitimidade do judiciário brasileiro e a condenação do ex- presidente Lula.

Ponte Jornalismo

Fundada em 2014, a Ponte Jornalismo se tornou referência de cobertura no tema de violência policial no país. O site busca consolidar sua operação de maneira mais sustentável para continuar fazendo jornalismo de impacto. A Ponte se propôs a fazer jornalismo sobre segurança pública de maneira distinta do que era então chamado de “jornalismo policial”.

O veículo, por sua vez, se concentra em reportar os abusos da polícia e de outros braços do Estado, como o sistema de Justiça, com especial atenção às assimetrias de raça, classe e gênero nas questões de segurança pública e direitos humanos.

Revista Fórum

Inspirada no Fórum Social Mundial, a Fórum foi lançada com a cobertura do primeiro evento, realizado em janeiro de 2001. Desde então, traz, diariamente, matérias, reportagens e entrevistas que buscam uma visão de mundo diferente da presente nos grandes meios de comunicação tradicionais. Hoje é uma das maiores audiências no segmento jornalístico nacional.

Agência Bori

O objetivo da Bori é aumentar a presença da ciência na mídia nacional e, assim, ampliar o acesso da sociedade ao conhecimento produzido no país. Em uma plataforma, a Bori reúne estudos de universidades e institutos de pesquisa nacionais com embargo (ou seja: estão disponíveis para os jornalistas antes de serem oficialmente publicados). A principal iniciativa é conectar o conhecimento inédito produzido por pesquisadores brasileiros a jornalistas de todos os tipos de veículos de comunicação.

Nexo Jornal

Lançado em 2015, o Nexo Jornal é um jornal digital com iniciativa independente, com uma abordagem inovadora para narrativas em textos curtos e longos, experiência interativa e integrada para informar e cativar audiências em uma variedade de plataformas. A principal dedicação é trazer contexto às notícias e ampliar o acesso a dados e estatísticas. Os formatos dos conteúdos são explorados a partir de uma diversidade de abordagens como infográficos, materiais interativos, vídeos e podcasts.

Mídia Ninja

A MÍDIA NINJA uma rede de comunicação livre que busca novas formas de produção e distribuição de informação a partir da tecnologia e de uma lógica colaborativa de trabalho. No bojo do ativismo em rede, o coletivo desvelou a disputa de narrativas no campo jornalístico. Nas Jornadas de Junho de 2013, a Mídia Ninja subverteu o uso de celulares com acesso 3G ao veicular os protestos do locus dos manifestantes. 

Revista Azmina

A Revista AzMina foi criada por um time diverso de mulheres e seu carro-chefe é o jornalismo investigativo. O objetivo é usar a informação, seja em vídeo, áudio, arte ou por escrito, para combater e denunciar a violência contra a mulher. Criada em 2015 por meio de um financiamento coletivo, a revista já foi responsável por lançar campanhas como #MachismoNãoÉBrincadeira, Carnaval Sem Assédio e #VamosMudarOsNúmeros nas redes sociais com o objetivo de chamar a atenção e promover o debate sobre a questão da violência de gênero no país.



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