Simulação a brasileira


O que Jean Baudrillard, Eliseo Veron e Jair Bolsonaro possuem em comum? Desinformação.


Publicado em 1981, Simulacro e Simulação descreve o conceito de hiper-realidade, termo que situa a condição em que somos incapazes como sociedade de distinguir entre a realidade e uma simulação dela. É nesta obra onde o sociólogo pós-estruturalista francês Jean Baudrillard argumenta o porquê de estarmos vivendo em uma simulação hiper-real e pós-moderna, com ajuda de uma platitude de signos e simulacros que substituíram o real. Signos, conforme sua teoria, vão para além da linguagem. Baudrillard acreditava que vivemos em uma hierarquia de signos – o que possuímos, a maneira pela qual falamos e nos comportamos, como é o que postamos nas redes sociais. Todos são signos, dos quais se diferenciam de outros signos, colocando-nos em diversos patamares dessa mesma hierarquia. Agora, já que tais commodities e comportamentos são signos, o signo se torna a Realidade.

Em seu primeiro capítulo, Baudrillard descreve o que se torna conhecido como as quatro fases da imagem: um processo que ilustra a transição de uma representação real para – e explica – um simulacro. A primeira fase é uma representação artificial que reflete a realidade que conta com boa aparência. Na segunda, a imagem “máscara e desnatura uma realidade profunda”. A terceira “máscara a ausência” da realidade profunda que finge “ser uma representação” do real, criando, assim, um problema para o espectador de tal simulação distinguir entre a realidade e sua representação. Mas em sua quarta fase, o simulacro “não tem relação com qualquer realidade”, é uma simulação completa, gerada “por modelos de um real sem origem ou realidade: um hiper-real”.

Ao longo da história, os simulacros também passaram por três fases diversas: pré-capitalista (quando signos significam a ‘real’ realidade), modernidade (quando signos se tornaram comodificados) e pós-modernidade (onde a ligação entre signos e realidade foi quebrada). Após o período renascentista e a revolução industrial, formas de comunicação além da presencial se tornaram normalizadas, criando uma certa interrupção entre o signo e a realidade, segundo o autor. Assim, na fase pré-capitalista e inicial da ordem dos signos, eles já não eram equivalentes à realidade, mas ainda a representavam adequadamente.

A partir da modernidade, os signos se tornaram modificados em consequência de que a riqueza mundial aumentou de forma nunca vista na humanidade, criando a oportunidade de momentos de lazer para a classe média. A identidade passou a ser moldada de acordo com as mercadorias que um indivíduo comprava, por isso, Baudrillard diz que o trabalho central da modernidade era o trabalho do consumidor ou o trabalho que os consumidores se comprometem a encontrar e comprar sinais que sinalizem a identidade que querem mostrar.

O sistema de simulação destrói a representação “realista” ou “moderna” como a equivalência do objeto e do conceito, real e abstrato. Enquanto sistemas de representação podem tentar se apropriar da simulação como falsa representação, a dinâmica da simulação transforma todas as representações em simulacros, esmagando qualquer possibilidade de uma implosão do sistema. Essas mudanças são um momento crítico na manutenção do que é chamado ordem coletiva do hiper-real, uma forma de alienação coletiva fabricada e impulsionada pelo capitalismo tardio. Assim, a hiper-realidade é formulada por uma imagem e um simulacro sem origem. Não sabemos como chegamos ali. Quando o real não é mais o que era antes, a nostalgia assume o papel da existência, criando infinitos mitos de origem e signos da realidade — uma “pletora da verdade, de objetividade secundária e autenticidade”. 

Por exemplo, a avenida principal da Disneylândia se tornou uma representação mais “real” de uma avenida principal na mente coletiva de norte-americanos do que avenidas principais de cidades e comunidades. A ideia de Nova Iorque e Paris, assim como uma experiência em um cassino de Las Vegas, se tornou tão ou mais “real” no imaginário coletivo do que as pessoas dessas cidades, suas vidas reais e seus cotidianos reais. Há menos de vinte anos, um momento “real” ocorria quando uma pessoa experimentava a presença e a fala de outra pessoa, ou observava algo que estava acontecendo em seu bairro, talvez do outro lado da rua. Agora, o que presenciamos cada vez mais são espetáculos, imagens, símbolos, sinais e simulacros. Para entender até que ponto todos nós nos tornamos dependentes, tente viver uma semana sem telefone celular, redes sociais ou a internet em si. Para muitos, principalmente da minha geração, essa privação seria equivalente a uma morte emocional e social. 

Após descrever a Disneylândia como uma simulação e dizer que Walt Disney “ainda espera sua ressurreição em um ângulo de 180 graus”, Baudrillard usa Watergate como outra exemplificação dos simulacros, agora no âmbito político. Em meio a corrida presidencial nos EUA em julho de 1972, cinco indivíduos, entre eles quatro ex-militares, foram presos no hotel Watergate após invadirem o prédio vizinho, o partido Democrata, para fotografar documentos internos e instalar escutas no prédio. Bob Woodward e Carl Bernstein, dois jovens repórteres do Washington Post, descobriram após apuração uma ligação direta com o gabinete de reeleição do Republicano candidato à reeleição naquele ano, Richard Nixon.

De acordo com Baudrillard, o evento foi um simulacro. O sistema político americano proporcionou um “escândalo” que permitiu investigações internos com o objetivo de inocentar os envolvidos para proteger o próprio sistema, mascarando a realidade (invisível) da forma como os cidadãos não podem ver o que realmente acontece é que o indivíduo está agora totalmente derrotado e está sujeito ao mundo objeto.

A teoria dos discursos sociais

Em Semiosis Social, o teórico argentino da comunicação Eliseo Verón propõe construir a partir do modelo do signo proposto por Charles Peirce uma teoria que explique, ao mesmo tempo, o funcionamento dos discursos na sociedade, que esclareça seus modos de geração, recepção e análise, que explique sua circulação social e dê conta, ao mesmo tempo, da transcendência que tem o dimensão discursiva na construção social da realidade.

Para os fora da comunicação, Peirce é considerado o pai da semiótica – a área das teorias da comunicação que estuda x. Natural de Cambrigde, Massachussets, Peirce se formou em Física e Matemática por Harvard, mas cultivou um apreço pela semiótica e a interpretação dos “signos”. A teoria do pragmatismo e da semiótica é seu principal trabalho, onde Peirce afirma que “nossas crenças não são nada mais do que normas para ação”. Aqui, as crenças são o único fim de qualquer indagação ou processo racional que só pode ser estabelecido em um hábito com certa conduta. Ele acredita que a força do pensamento muda ações voluntariamente ou não, e consequentemente, sua vida geral. Em um resumo bem-humorado, Peirce pode ser considerado o pai vintage da lei da atração.

O modelo de Verón encontra seu exemplo arquetípico na circulação do conhecimento científico. Na produção discursiva da ciência, textos de determinados autores são utilizados por outros autores como condições de produção ou como objetos de análise para a geração de novos discursos – que, por sua vez, serão utilizados por outros autores, e assim sucessivamente. É como se bibliotecas de artigos científicos estivessem em eterna conexão consigo mesmas.

As partes teóricas podem ser um pouco complicadas, mas necessárias. Verón considera que as condições produtivas dos discursos sociais têm a ver com as determinações que restringem sua geração (condições de produção) e com as determinações que limitam sua recepção (condições de reconhecimento). Entre esses dois conjuntos de restrições circulam discursos sociais. Assim, a construção social do real se dá discursivamente a partir da incorporação de discursos infinitamente aninhados por meio de uma produção histórica e colaborativa de sentido.

Ele propõe que um determinado objeto significante não pode e nem deve ser analisado isoladamente, mas sempre de acordo com suas condições produtivas. Por si só, um objeto significativo admite uma multiplicidade de análises e leituras, que só se torna legível em relação a algo que não está no próprio objeto – ou seja, com critérios que devem ser explicitados pela análise e têm a ver com suas condições produtivas.

Os objetos que interessam à análise dos discursos são sistemas de relações que todo produto significativo mantém com suas condições de geração e com suas condições de reconhecimento. Essa distinção entre os dois tipos de condições é puramente metodológica e não ontológica: tanto de um lado quanto de outro da semiose, sempre temos discursos carregados de sentido. Então, por exemplo, você jamais poderia analisar um movimento político, como o bolsonarismo, sem analisar suas condições de produção: de onde surgiu, em qual momento histórico, com quais objetivos, etc.

Assim, a análise do discurso consiste em descrever as impressões que as condições de produção deixaram no discurso e elas são as responsáveis sobre o significado e o sentido do discurso. Por outro lado, as pegadas são propriedades do discurso que se relacionam com suas próprias condições de produção social. Verón conclui que a semiose social se torna uma rede significante infinita, com forma de uma estrutura embutida.

A produção de conhecimento por um sujeito não pode ser separada de uma rede social de sentido da qual ele faz parte: o conhecimento (por exemplo, a ciência) é um efeito de sentido cuja natureza só pode ser esclarecida se estiver situada na rede infinita de discursos entrelaçados.

De forma semelhante, Baudrillard escreve em “A Implosão do Significado na Mídia”, um dos capítulos de Simulacro e Simulação, como a constante rede de signos contemporânea resulta em uma implosão de significados na mídia, à medida que o sistema de simulacros se desmorona sobre si mesmo. “Nunca seremos capazes de separar no futuro a realidade de sua projeção estatística e simulada na mídia, de um estado de suspense e de incerteza definitiva sobre a realidade”, ele diz.

O resultado inerente da hiper-realidade construída pelos sistemas de informação, a mídia, é a implosão, à medida que o sistema de simulacros se desmorona sobre si mesmo. A hiper-realidade da mídia não é um resultado da falta de informação, mas da própria informação e até mesmo de um excesso de informação. “É a própria informação que produz incerteza e, portanto, esta incerteza, ao contrário da incerteza tradicional que sempre poderia ser resolvida, é irreparável”. A pressão da informação em meio aos meios de comunicação de massa persegue uma irresistível desestruturação do social. E aqui, os meios de comunicação são produtores não de socialização, mas exatamente do contrário, do implosão do social nas massas.

Arte gráfica por cristiana costin, no Behance.

Dessa forma, os meios de comunicação são produtores não de socialização, mas exatamente do contrário, da implosão do social nas massas. A comunicação de massa produz eventos e depois absorve os mesmos eventos de uma maneira circular, onde um novo sistema pós-moderno de simulacros onde informações são servidas a um público viciado e encantado por esse novo fluxo de notícias. Quando o significado é neutralizado e implodido, a sociedade também atinge seu ponto de implosão.

Uma hiper-realidade paira o território nacional

Pesquisadores e jornalistas traçam o primeiro caso de desinformação política no Brasil a partir de 2013. Em maio daquele ano, um boato “espontâneo” surgiu nas redes afirmando que o Executivo estaria suspendendo o programa Bolsa Família. Isso resultou em dezenas de invasões a agências bancárias, e mais de 102 tumultos generalizados ao redor da nação. Apesar de o caso não ser retratado historicamente como o surgimento das notícias falsas no Brasi, ele foi significativo para o momento político em que o país passava naquele ano.

Em 2018, apenas nos dois meses que antecederam o primeiro turno das eleições presidenciais, um projeto da Universidade de Harvard e 24 veículos de imprensa brasileiros contabilizaram mais de 98 casos de desinformação.

Entretanto, a desinformação política mudou desde então, e muito. Seu pico de atuação, ao meu ver, foi em meio a pandemia de COVID-19. Nesse cenário, o bolsonarismo e outros movimentos de extrema-direita viram uma oportunidade em explorar fraquezas sociais, como fraquezas no sistema de saúde nacional – ainda que elas existam por conta da inação política -, dicotomias nas relações internacionais e, certamente, o medo generalizado de uma pandemia, para disseminar teorias conspiratórias.

A desinformação durante os piores meses da pandemia de COVID-19 no Brasil não fez parte apenas de dezenas de estudos científicos internacionais, mas também de análises em jornais estrangeiros de enorme renome. Um estudo organizado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre o tema identificou que durante março e junho de 2020, 329 fake news sobre a pandemia de COVID-19. 76 delas propagadas diretamente no site do Ministério da Saúde. As principais categorias temáticas quantificadas por participantes foram: política (por exemplo, governantes falsificando a vacinação contra a COVID-19, com 20,1%), epidemiologia e estatística (proporção dos casos e óbitos, 19,5%) e prevenção (16,1%).

Há um debate inadequado para o que este texto propõe, que é sobre qual a culpa, e se há culpa, nas empresas de tecnologia pela desinformação. Por um lado, quem está propagando as informações falsas são humanos, e não as empresas. Do outro, as empresas se negam a abrir seus algoritmos para que a sociedade civil compreenda o porque notícias falsas viralizam, e qual o papel do algoritmo nisso. É complexo. No entanto, como ferramenta, a tecnologia teve um papel fundamental como meio de comunicação de massa desde 2018.

O mesmo estudo da OMS identifica que o Google Trends, mecanismo do Google que identifica e quantifica pesquisas no mecanismo de busca, identificou um aumento de 34,3% nas buscas que utilizavam palavras-chave presentes nas notícias falsas, segundo o estudo. Além disso, os principais veículos de intermédio para a desinformação foram o WhatsApp e o Facebook, com utilização de mensagens, imagens e vídeos, tendo maior alcance nas regiões Sudeste e Nordeste do país.

A desordem sistêmica caracterizada pela disseminação de notícias falsas atua como elemento de desestabilização do sistema, em uma análise funcionalista, uma vez que certos aspectos de propaganda das fake news são parte da própria comunicação de massa, como, por exemplo, assessorias de imprensa de Ministérios federais.

Em suas condições produtivas, as notícias falsas relacionadas à pandemia foram calculadas, desde sua demografia até como ela percorria o algoritmo, em ordem de causar uma desestabilização política e nacional, até mesmo uma desconfiança generalizada nos sistemas de saúde nacionais e, por consequência, no significado do que são as instituições públicas. A partir disso, não vejo como acaso que o bolsonarismo e outros movimentos políticos de extrema-direita tenham aprofundado seu ódio e desprezo pelo serviço público e instituições federais, desde o STF ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), durante a pandemia.

Para uma análise baudrillardiana e veroniana sobre notícias falsas no Brasil, podemos ensaiar sobre como notícias falsas, suas condições de produção; reconhecimento, e recepção ajudam a culminar uma hiper-realidade política neste momento histórico do Brasil. E para que esse estudo de caso funcione, precisamos inicialmente traçar um paralelo entre a teoria dos discursos sociais e uma possível explicação para as especificidades demográficas das notícias falsas.

Vivemos em um mundo onde há cada vez mais informação, e cada vez menos significado.

Jean Baudrillard, 1981

Mesmo sem os dados específicos dos usuários que compartilharam notícias falsas naquele estudo da OMS – como idade, profissão, etc -, a partir da identificação de categorias temáticas e regiões alvo, podemos ensaiar que o discurso social da desinformação relacionada à pandemia no Brasil é pensada para um público específico. Ele é, aqui, constituído de pessoas que apresentam uma desconfiança em veículos de comunicação tradicionais, como jornais, revistas; não tem conhecimento tecnológico, mas não falta de acesso à tecnologia; possuem familiaridade com a interface dos aplicativos; não se importam com qualificações profissionais tradicionais, como doutorado, premiações; e não conhecem ou não se interessam por processos formais de checagem e apuração de informação.

Essas condições produtivas são importantes, apesar de parecerem óbvias – afinal, passamos os últimos anos consumindo centenas de notícias sobre desinformação, até mesmo quando elas nos desinformavam sobre o tema. Para além da arrogância da obviedade, é preciso observar como as condições de produção das notícias falsas são manufaturadas para o isolamento funcional dos indivíduos. A psicologia por trás das notícias falsas do bolsonarismo não difere de outros movimentos políticos, que busca padronizar a criação de uma semiose social que prenda indivíduos na comunicação digital de maneira eterna. Um apenas socializa, dialoga, entende, respeita e escuta aquele semelhante, não porque quer, mas por considerar o outro uma ameaça as paredes da simulação.

Em “Crime Perfeito”, Baudrillard diz que um crime perfeito é aquele cometido com tal habilidade que não há provas deixadas para trás, onde tudo o que existe é uma cena de crime. Em metafóra, o francês fala sobre o assassinato do princípio da realidade pela tecnologia digital. O crime perfeito da tecnologia é o de “uma realização incondicional do mundo pela atualização de todos os dados, a transformação de todos os nossos atos e todos os eventos em pura informação; em resumo, a solução final, a resolução do mundo à frente do tempo pelo clonagem da realidade e o extermínio do real por seu duplo”, diz.

Ele considera que o ‘triunfo’ de uma sociedade tecnológica usa suas ferramentas tecnológicas para substituir as ambiguidades e incertezas da realidade material, assim criando ilusões circulares do hiper-real em uma lógica higiênical. O que ele chama de ecstasy impulsiona a sociedade a avançar o movimento para um mundo de simulacros, perfeitamente higiênico, tecnologicamente perfeito. Ao mesmo tempo, o mundo está continuamente à beira de um colapso iminente, e a um certo ponto, a realidade “implode sem deixar rastros, nem mesmo o sinal de seu fim”. Pois o corpo do real era nunca se recuperou. Na mortalha do virtual, o cadáver do real é para sempre impossível de ser encontrado”.

Hoje, vemos a realidade brasileira em constante implosão. Cidadãos cada vez mais cansados, não só pelo custo de sobrevivência, mas pela sensação de que nada vai para frente ou para trás. As instituições públicas não são fortes o suficiente para solucionar um problema causado por elas mesmas, ainda que indiretamente. O cadáver da democracia ainda não foi encontrado, ainda que com intensas investigações – que parecem nos desapontar, dia sim e dia também.

Texto readaptado de um trabalho teórico final para a disciplina Teorias da Comunicação



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